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13 de dezembro de 2013

Eu vi: Em chamas

Sou completamente e loucamente fã da trilogia Jogos Vorazes. É sem dúvida uma das minhas favoritas! E depois de muita (MUITA) espera finalmente saiu Em Chamas nos cinemas!! Eu já vi o filme a séculos gente.. Inclusive vi duas vezes!! kkkkk. Mas para variar, fiquei enrolando para fazer esse post ZzZzZzz.
Enfim, nada disso importa. O que realmente importa é: O FILME É ******. Não usarei palavras de baixo calão aqui, mas acho que deu para entender né? kkkkk.
Vamos a resenha!!


26 de julho de 2013

A teoria Pixar,

Não é segredo para ninguém que sou uma amante incondicional de todos os filmes da Pixar. Admito que viro uma completa criança quando o assunto é esse. Afinal, como não amar???
Bom, outro dia meu amigo me mandou um link de um post no Muito Interessante onde falava sobre essa tal "teoria da Pixar". Já li várias sobre alguns desenhos como "Phineas e Ferb" e "Rugrats, os anjinhos", e apesar de parecer maluquice ou talvez um meio de chamar a atenção, algumas dessas histórias fazem até sentido, outras são bem interessantes. Enfim, eu adoro.
E quando eu li toda aquela baboseira fiquei assim >*0*< e  quis na hora postar sobre isso aqui no blog hahahaha Vou repassar o post aqui para vocês.


É uma teoria do jornalista Jon Negroni que, após assistir exaustivamente todos os filmes da Pixar e achar os easter eggs, formulou a hipótese de que todos eles se passam no mesmo universo e contam uma só história: o apocalipse da Terra e um futuro bem estranho. Para entender esta história, primeiro é preciso colocar os filmes na ordem cronológica correta, coisa que o jornalista fez observando as inúmeras "pistas" deixadas pela empresa de animação. Como já tem muita história, vamos contar a síntese e deixar os easter eggs e pormenores (até física quântica entra na história) para sermos (acreditem) mais enxutos possível. É importante avisar que o texto abaixo contém vários spoilers.
Tudo começa (cronologicamente falando) pelo filme medieval Brave. Nele, uma bruxa (que tem o péssimo hábito de desaparecer por trás de portas) desenvolve uma poção que humaniza animais e objetos. É o único filme da Pixar que se presta a explicar a humanização deles. Seria aqui o começo de uma geração de animais e objetos racionais.

A seguir, vem Ratatouille, a história do ratinho que adentra a sociedade gastronômica de Paris. Aqui seria a época em que os animais racionais já se proliferaram e começaram a ousar interagir com os humanos de igual para igual, chegando até a nos superar, mas ainda sem uma comunicação clara estabelecida. Os objetos também se proliferaram? Sim, em Toy Story. Mas este filme vai além. Do que falam os três Toy Story? Não só de objetos com inteligência própria, mas de brinquedos que estão cansados de serem negligenciados pelos seus donos.E o que encontramos no terceiro e último filme da série?
Sim, um postal do Carl e da Ellie - o casal de Up!. Subtendendo-se que Ellie está viva nesta época, a história de Up! se passa depois da de Toy Story. Nela, o vilão desenvolve colares para os cachorros falarem. Ou seja, parece que o boato dos animais serem inteligentes se espalhou e só lhes falta uma coisa: um idioma. Senão, pra quê ele faria os colares? Enquanto isso, no mar, Marlin e Dory estão Procurando Nemo. Perceba que os peixes, embora sejam inteligentes, o máximo que desenvolveram semelhante à sociedade humana é uma escola. E lembra que a história de Up! começa pois Carl precisa arrancar a casa dele do chão senão ela seria demolida? Ok, guarde isso.
Então passamos para Os Incríveis! O começo deste filme fala de uma vida normal com super-heróis no mundo até a morte deles, certo? Pelo grafismo, parece que isso aconteceu nos anos 70. Até casarem e terem filhos grandes, a família superpoderosa passaria pela história do filme já nos anos 90. Época que, teoricamente, Toy Story também se passa. E quem é o grande obstáculo da família? O maluco do Síndrome? Não - aquele robozão gigante. E os outros heróis acabaram morrendo ou pelas mãos deste robô ou tendo as capas tragadas por turbinas. Hum... parece que não são só os objetos do Andy que estão se revoltando contra o homem, não é? E estes foram mesmo direto ao ponto: eliminar os heróis.
Sem heróis, as máquinas dominam. Começa uma era de revolução industrial. Tudo tem que ceder espaço para o progresso. Até a casa de Carl entra na jogada e tem que ceder o espaço para a modernidade (aplique aqui o "guarde isso"). Por fim, a Terra fica tão poluída que quase todos os animais morrem e os humanos precisam fugir pro espaço. Por aqui, ficam só os objetos como brinquedos, casas e... Carros. Em Carros e Carros 2 simplesmente não existem humanos, embora seja claro que tenham existido em algum momento (rodovias, placas, corridas, etc). Estes filmes se passam numa realidade onde tinha acabado de sair do planeta. Em séculos, nada mais restará a não ser lixo e um robozinho melancólico e solitário chamado Wall-E. Esta animação já pula para a época em que o homem volta ao planeta. Mas Wall-E não estava sozinho - ele tinha a companhia de uma barata. Ou seja, insetos também sobreviveram ao apocalipse. E, inteligentes, continuaram a desenvolver sua sociedade e viver sua Vida de Inseto. Se em Procurando Nemo a sociedade animal era muito pouco parecida com a nossa, entre os insetos, séculos depois e sem a interferência do homem, já está bem mais parecida. Eles têm até um circo!
No filme dos peixes há presença humana, o que não acontece no filme dos insetos. Isso porque, segundo a teoria, os insetos já estariam vivendo sem nós há muito tempo. Os perigos citados sempre são "insetos maiores". A não ser o pássaro que aparece no final, que, junto com a farta vegetação, indicaria que esta história é ambientalizada quando a nave já voltou ao planeta e já estamos por aí, só que ainda muito raros para os insetos saberem. Seríamos nós os "insetos maiores"? Ou de fato alguma raça de inseto se desenvolveu de uma forma inesperada com toda poluição? Será que voltamos e, junto com esses super-insetos, acabamos desenvolvendo uma nova espécie? Uma espécie híbrida de criaturas mutantes que trabalhassem numa empresa chamada Monstros S.A.?

Pela teoria, sim. Mike, Sullivan, seus companheiros e companheiras seriam nossos descendentes monstruosos. Uma raça híbrida de humanos com insetos que enfrenta uma grande crise de energia. A viagem no tempo já é praticável, então eles descobrem que é preciso usá-la e conseguir energia no passado - as portas são estes portais. E Sullivan conhece Boo. De alguma forma, depois do filme, Boo e Sullivan não podem mais se ver. Ela entra em desespero, fica triste e neurótica com a ideia de que é possível que os animais desenvolvam inteligência (ela chamava o monstro de "gatinho"). Já sabendo da real funcionalidade das portas, consegue viajar no tempo. Futuro? Não - passado. Época medieval. Ela volta para tentar humanizar animais e objetos. E consegue. E conhece Brave.
Nó na cabeça: Boo é a bruxa de Brave. Tá de brinqs??? Volte à primeira imagem e olhe direito. Na foto com a bruxa, abaixo do martelo, há o carro da Planet Pizza. Ou seja: ela conhece o futuro. Nos objetos da casa, olhe melhor no canto direito. Não enxergou? Veja um zoom:
        Sim, aquilo ali é o Sullivan desenhado. Além do mais, esta senhora vive desaparecendo atrás das portas. Desaparecendo não - viajando no tempo! Esta é a teoria. Os próximos filmes da Pixar podem dar mais peças do quebra-cabeça, acrescentar mais informações ou simplesmente mostrar que esta é uma teoria furada e lunática. Mas, que é muito interessante, isso é.

É uma completa baboseira, mas como o próprio autor disse, é muito interessante! E vamos combinar... Faz todo o sentido! kkkkk Eu adorei, fiquei impressionada com a criatividade, ou habilidade de percepção dessa pessoa. E vocês, o que acharam?
Lembrando que peguei o texto e a matéria do Muito Interessante! rs Beeijos!!
xoxo

20 de julho de 2013

Eu vi: Minha mãe é uma peça

Ontem foi o dia de sair com as amigas, e que programa melhor que ir ao cinema?  De inicio iria só eu e mais uma amiga, mas depois mais duas se juntaram a nós. E as quatro estavam doidas para ver Minha mãe é uma peça... E olha, nunca foi tão difícil ver um filme!! Foi quase uma batalha, pois em todos os cinemas que íamos todas as seções estavam LOTADAS. Ficamos pulando de cinema a cinema, até que duas das meninas desistiram da batalha e ficou só eu e a amiga do início, o que tornou nossa procura por lugares bem mais tranquila. No fim, conseguimos ver uma seção do filme as 21:30 (sendo que saímos de casa as 17hrs), na PRIMEIRA fileira da sala do cinema, aquela que você fica colada na tela sabe? E para completar, nossa cadeira foi uma de obeso, tivemos que dividi-la. Foi uma noite bem complicada!! Mas valeu muito a pena.
Mas voltando ao motivo do post.... Vamos a resenha!

SINOPSE:
Adaptação da peça que já levou milhares aos teatros pelo Brasil, "Minha Mãe é uma Peça" acompanha Dona Hermínia, uma mulher de meia idade, aposentada e sozinha, que tem como preocupação maior procurar o que fazer. Para uma mãe dedicada a preocupação com os filhos é sempre uma ocupação, mas os filhos de Dona Hermínia cresceram, e ela está entediada. Sem um trabalho ou um companheiro, a nada simpática Dona Hermínia passa seu tempo desabafando com a tia idosa, a vizinha fofoqueira e a amiga confidente. A personagem nada caricatural quanto aos humores, gostos e ataques femininos repetirá as gargalhadas nas telas do cinema.

FICHA TÉCNICA:

Gênero: Comédia
Direção: André Pellenz
Roteiro: Fil Braz, Paulo Gustavo
Produção: Iafa Britz
Duração: 85 min.


Como vocês já devem sabem, as história é sobre a Dona Hermínia, uma dona de casa separada, que vive com dois de seus três filhos e que dedica toda a sua vida para cria-los e educa-los. Ela é uma mãe maluca! Não posso dizer que ela é como todas as mãe, pois conheço 2 ou 3 iguais a ela (a minha graças a Deus passa longe rs) porém ela tem algumas características que não da, toda mãe tem. 

Bom o filme começa a engrenar quando Hermínia escuta Marcelina, sua filha, falando mal dela por meio do celular que não finaliza a ligação. Marcelina conclui as ofensas dizendo que seria melhor morar com o pai e sua namorada (a perua fdp rs), e o irmão Juliano concorda. Magoada, Hermínia resolve dar um gelo nos filhos. Ela pega suas coisas e vai para a casa da sua tia para refletir sobre a vida e pensar mais nela mesma. E é aqui que começamos a voltar no tempo enquanto ela vai relembrando seu passado com os filhos. Durante seus diálogos com sua tia, Hermínia vai contando momentos que passou junto de seus filhos, seu ex marido, e até mesmo com seus vizinhos. Vemos que ela realmente é uma mãe meio complicada (eu não aguentaria rs), muuito exigente, critica muito os filhos e é uma pessoa difícil de lidar. Mas tudo que ela faz é pensando nas crianças, sem dúvidas. 

Eu realmente adorei o filme. Admito que sou do tipo que diz que "filme brasileiro não presta", mas ultimamente tem tido ótimos filmes que acabei virando fã ("De Pernas pro Ar" é meu favorito). Mas todos eles tem seu humor baseado em putaria, mesmo que seja bem pouco. Já "Minha mãe é uma peça" passa longe de coisas assim, é bem família mesmo, e explora bastante a relação entre mãe e filho. Sai do cinema pensando "tenho que dar mais valor a minha mãe" hahahahahaha Recomendo bastante o filme, é uma ótima opção pra quem quer sair e rir um pouco!!!

Bom é isso, espero que gostem de resenha ^^ hahaha Beeijos!!
xoxo

3 de junho de 2013

Filme: Se beber, não case 3



Sinopse:
"Alan (Zach Galifianakis) está deprimido devido à morte de seu pai. Preocupado com o cunhado, Doug (Justin Bartha) sugere que ele vá até um lugar chamado New Horizons, que pode torná-lo um novo homem. Alan apenas aceita a sugestão após Phil (Bradley Cooper) e Stu (Ed Helms) concordarem em levá-lo, juntamente com Doug. É o início de uma nova viagem do quarteto, que acaba sendo interrompida bruscamente pelos capangas de Marshall (John Goodman). O malfeitor está atrás de Chow (Ken Jeong), que lhe aplicou um golpe milionário, e acredita que os amigos ainda possuam contato com ele. Após sequestrar Doug, Marshall dá a Alan, Stu e Phil um prazo para que encontrem Chow e devolvam as barras de ouro por ele roubadas, caso contrário todos morrerão. O que o trio não esperava era que, para reencontrar Chow, teria que ir até Tijuana, no México, e também em Las Vegas."

Fiquei muito animada quando vi anunciarem o terceiro filme da série "Se beber, não case" já que fiquei apaixonada pelos filmes anteriores. No sábado passado fui ver com meu namorado depois de muita luta para convence-lo a ver esse já que ele esta doido para ver "Velozes e Furiosos". Enfim, lá fomos nos ao cinema! Eu estava com grandes expectativas, esperava chorar de rir no cinema, me divertir abeça com a história e blá blá blá. Mas, porém, entretanto... não foi bem assim. Sou meio suspeita para falar por que sou fã, mas dos 3 filmes, esse foi o pior (na minha humilde opinião, é claro). Veja, o filme é bom, mas a gente sempre acaba pondo muita fé depois dos dois primeiros terem sido bons demais, entende? Acabei a noite meio arrependida e ouvindo meu namorado reclamar, realmente teria sido melhor ter ido ver "Velozes e Furiosos" :/